Denúncia

Ataque político disfarçado de denúncia tenta criminalizar nomeação legal de Iury Soledade no Governo do Amapá

Uma publicação recente tenta levantar suspeitas sobre a nomeação de Iury Lorran Silva da Soledade para cargo comissionado no Governo do Amapá, utilizando como base um episódio judicial antigo, já amplamente conhecido, explorado fora de contexto e com nítido viés político.

A nomeação de Iury Soledade para o cargo de Assessor Técnico Nível II (CDS-2), conforme Decreto nº 0240/2026, segue os trâmites legais previstos na legislação estadual. Cargos comissionados, por definição, são de livre nomeação e exoneração, não havendo qualquer impedimento legal para o exercício da função por parte do nomeado.

O que chama atenção, no entanto, é o timing do ataque. “A chamada “denúncia” surge logo após a divulgação de que eu, Iury recusei convite de setores da oposição para assumir cargo político fora da atual estrutura do município, optando por permanecer na gestão sob a liderança de Clicia e Djalma. A partir desse momento, passei a ser alvo de uma tentativa clara de desgaste público”, disse ele.

O caso judicial citado na matéria remonta a 2021 e não resultou em qualquer impedimento legal ou administrativo atual, tampouco em inelegibilidade ou vedação ao exercício de cargo público. À época, o próprio Iury negou as acusações e informou que recorreria da decisão, como é garantido a qualquer cidadão pelo devido processo legal.

“Transformar um episódio antigo em instrumento de ataque seletivo revela mais sobre os interesses de quem publica do que sobre a real preocupação com a moralidade administrativa. Se o critério fosse técnico e isonômico, inúmeros agentes públicos em diferentes esferas também estariam sob escrutínio permanente, o que não ocorre”, disse ele.

“É preciso destacar que não existe condenação que me impeça de exercer função pública, e qualquer tentativa de rotulá-lo como “inapto” sem decisão definitiva configura julgamento político e moral antecipado”, afirmou.

“O debate legítimo sobre critérios de nomeação não pode ser usado como arma para perseguição pessoal, muito menos como retaliação política a quem escolhe permanecer em determinado campo de atuação”, completou Iury.

“A população merece jornalismo responsável, contextualizado e honesto, não matérias motivadas por disputas de bastidores travestidas de denúncia”, disse.

O espaço segue aberto para manifestações de todas as partes, inclusive para esclarecer os reais interesses por trás da tentativa de desgaste.

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