Governo do Amapá alerta para avanço de vírus respiratórios e reforça importância da vacinação

O Governo do Amapá emitiu um alerta epidemiológico diante do aumento da circulação de vírus respiratórios neste início de 2026. O monitoramento aponta crescimento significativo de casos de Influenza A e Covid-19, cenário que eleva o risco de desenvolvimento de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), especialmente na Região Norte do país.
As informações são do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde do Amapá (CIEVS/AP), em conjunto com dados da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que acompanham a evolução das doenças respiratórias em todo o território nacional.
No Amapá, até as duas primeiras semanas de janeiro de 2026, foram confirmados 34 casos de Influenza A.
De acordo com a Superintendência de Vigilância em Saúde (SVS), a análise das últimas semanas epidemiológicas indica a circulação simultânea de diferentes vírus respiratórios, entre eles rinovírus, Influenza A, SARS-CoV-2 (Covid-19) e o vírus sincicial respiratório (VSR).Entre os agentes identificados, a Influenza A tem se destacado como uma das principais causas de hospitalizações por SRAG, exigindo atenção redobrada das autoridades de saúde.

A superintendente da SVS, Claudia Pimentel, alertou para os riscos do cenário atual e reforçou a importância da prevenção.
“Estamos diante de um cenário que exige vigilância constante. A circulação simultânea de diferentes vírus respiratórios aumenta o risco de agravamento dos casos, principalmente entre idosos, crianças e pessoas com comorbidades. Por isso, reforçamos a importância da vacinação, da procura precoce por atendimento e do cumprimento das medidas de prevenção”, destacou.

A vacinação segue sendo apontada como a principal forma de prevenção contra as formas graves das doenças respiratórias. A campanha contra a Influenza já está em andamento na Região Norte, e a orientação das autoridades é que os grupos prioritários procurem as unidades de saúde para manter o calendário vacinal atualizado.
Fazem parte do público prioritário:
- Crianças
- Idosos
- Gestantes
- Pessoas com comorbidades
- Povos indígenas
- Profissionais de saúde








