PM do Amapá é condenado a mais de 11 anos de prisão por assalto à mão armada na região da Pedreira

Um soldado da Polícia Militar do Amapá foi condenado a mais de 11 anos de prisão por participação em um assalto à mão armada ocorrido em 2025, na zona rural de Macapá. Gilvan Endryl Seixas Barros, também foi sentenciado à exclusão dos quadros da corporação.
A decisão foi proferida pela juíza Marina Lustosa, durante julgamento realizado por videoconferência, com a participação de um conselho composto por oficiais da Polícia Militar.
De acordo com as investigações, o soldado teve envolvimento direto na ação criminosa e foi reconhecido pelas vítimas. A defesa alegou que ele utilizava um uniforme antigo apenas para a prática de atividades esportivas, mas o argumento não foi aceito pela Justiça.
Desde a prisão em flagrante, o militar permanece custodiado no Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen), onde segue à disposição do Judiciário.
A sentença reforça o entendimento da Justiça sobre a gravidade do uso indevido da farda e a responsabilização de agentes públicos que se envolvem em práticas criminosas.








