Morre Oscar Schmidt, ídolo histórico do basquete brasileiro, aos 68 anos

O Brasil se despede nesta sexta-feira, 17, de um dos maiores nomes da história do esporte nacional. Morreu, aos 68 anos, o ex-jogador de basquete Oscar Schmidt, conhecido mundialmente como “Mão Santa”. Ele faleceu em Santana do Parnaíba, após passar mal e ser levado a um hospital. A causa da morte ainda não foi divulgada oficialmente.
Oscar enfrentava, desde 2011, uma longa batalha contra um câncer no cérebro, que marcou os últimos anos de sua vida com momentos de luta e superação.
Legado de um gigante
Nascido em Natal, Oscar Schmidt construiu uma trajetória incomparável no basquete mundial. Dono de uma precisão impressionante nos arremessos, tornou-se o maior cestinha da história da modalidade, com mais de 49 mil pontos marcados ao longo da carreira.
Com a icônica camisa 14 da seleção brasileira, foi protagonista de um dos momentos mais memoráveis do esporte nacional: a conquista do ouro no Jogos Pan-Americanos de 1987, quando o Brasil venceu os Estados Unidos em uma virada histórica dentro de seus domínios.
Reconhecimento internacional
Pela grandiosidade de sua carreira, Oscar foi incluído no Naismith Memorial Basketball Hall of Fame, eternizando seu nome entre os maiores atletas da história do basquete mundial.
Mesmo sem atuar na NBA, decisão que tomou para continuar defendendo a seleção brasileiro, o “Mão Santa” conquistou respeito global e se tornou símbolo de talento, disciplina e amor ao esporte.
Despedida e comoção
A morte de Oscar Schmidt provoca forte comoção no Brasil e no cenário esportivo internacional. Ídolo de diferentes gerações, ele deixa um legado que vai além das quadras, marcado pela dedicação, resiliência e paixão pelo basquete.
Oscar deixa familiares, amigos e milhões de admiradores. Sua história permanece viva na memória do esporte brasileiro, como exemplo de excelência e inspiração para futuras gerações.




