Santana terá nova maternidade com articulação de Randolfe

No município de Santana, neste domingo (01), às 11h, será iniciada à obra da nova maternidade, empreendimento viabilizado por meio do Novo Plano de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), eixo Saúde, a partir da articulação do senador Randolfe Rodrigues junto ao Governo Federal. A execução da obra é de responsabilidade do Governo do Amapá.
A unidade integra o maior programa de investimentos em infraestrutura do SUS, que destina R$ 31,5 bilhões para obras, equipamentos e veículos em todo o país. No Amapá, foram selecionadas 105 propostas, totalizando R$ 400,6 milhões para fortalecer a rede pública de saúde, da Atenção Primária à Média e Alta Complexidade. As maternidades de Santana e Macapá estão entre as 34 unidades priorizadas nacionalmente com base em critérios técnicos e sociais, como vulnerabilidade socioeconômica, vazios assistenciais e indicadores de mortalidade materna e neonatal.
A maternidade de Santana será classificada como Porte I, com investimento total de R$ 103 milhões, sendo R$ 50 milhões destinados às obras e R$ 53 milhões à aquisição de equipamentos. A estrutura terá capacidade para atender cerca de 3 mil gestantes por ano, ofertando assistência de média e alta complexidade à gestante, à puérpera e ao recém-nascido, com centro de parto normal intra-hospitalar, centro cirúrgico obstétrico, UTI neonatal, unidade de cuidados intermediários, banco de leite, diagnóstico por imagem e espaços voltados ao atendimento humanizado, inclusive para mulheres em situação de violência.

“Estamos garantindo um investimento histórico para a saúde das mulheres do Amapá. A nova maternidade de Santana é resultado de muito diálogo com o Governo Federal e compromisso com a redução da mortalidade materna e neonatal. É uma estrutura moderna, equipada e voltada ao atendimento humanizado, que vai salvar vidas e dar mais dignidade às famílias amapaenses”, destacou o senador Randolfe.
Em Macapá, será construída uma maternidade Porte II, com investimento de R$ 153 milhões, sendo R$ 60 milhões para obras e R$ 93 milhões para equipamentos, com capacidade estimada de atendimento a 5 mil gestantes por ano. As duas unidades integram o conjunto de 36 maternidades que serão implantadas em 21 estados, com investimento nacional de R$ 4,76 bilhões, beneficiando mais de 26 milhões de mulheres em todo o país.







