Suspeito de latrocínio contra vendedora em Santana é preso após força-tarefa policial; ele já foi preso por assassinato de outra mulher em 2018

Uma força-tarefa das forças de segurança resultou na prisão de Cláudio Pacheco, de 42 anos, apontado como autor do latrocínio que vitimou a vendedora Ana Paula Viana Rodrigues, no município de Santana, na Região Central do município.
De acordo com a polícia, assim que o crime foi comunicado às autoridades, equipes da Segurança Pública iniciaram buscas intensas para localizar o suspeito. Participaram da operação policiais do 4º Batalhão da Polícia Militar, do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), do Grupo Tático Aéreo (GTA), 1ª Delegacia de Polícia de Santana e dos setores de inteligência das Polícias Militar e Civil.
As investigações avançaram quando os policiais conseguiram localizar o celular da vítima, que estava em uma boca de fumo conhecida como “Berinjela”. A partir dessa pista, os agentes intensificaram o levantamento de informações até identificar e localizar o suspeito.
Cláudio Pacheco foi preso na área da Ponte do Elesbão e conduzido ao Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp), onde foi apresentado às autoridades.
Durante a ação, os policiais apreenderam a bicicleta, as roupas e objetos que teriam sido utilizados no crime. A calça e a sandália estavam sujas de tinta, o que, segundo a polícia, pode ter ocorrido durante uma luta corporal com a vítima dentro do local onde o crime aconteceu. O chapéu usado pelo suspeito também foi encontrado após ter sido jogado em uma área de mata.
Segundo a polícia, Cláudio Pacheco já possuía passagem pelo sistema prisional e estava foragido da Justiça. Ele havia saído da cadeia beneficiado por saída temporária, mas não retornou ao presídio, passando a ser considerado foragido. Ele teria assassinado uma vizinha no ano de 2018.
Segundo informações preliminares ele contou que não teria abusado da vítima. “Ele teria passado tinta na mão da vítima porque ela travou uma luta corporal com ele. Ele teria usado a tinta para que não fosse identificado”, disse o capital Bryan, do GTA.
O caso segue sob investigação da 1ª Delegacia de Polícia de Santana, que deve apresentar mais detalhes sobre o crime e a responsabilização do suspeito.








