Polícia

Core e Denarc prendem suspeito por tráfico de drogas e apreendem arma de fogo em Macapá

A Polícia Civil do Amapá prendeu, na tarde desta sexta-feira (22), um homem de 23 anos suspeito de tráfico de drogas, resistência à prisão e posse ilegal de arma de fogo com numeração suprimida. A ação foi realizada por equipes da CORE (Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais) e da DENARC (Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos), no residencial Vila das Oliveiras, em Macapá.

Segundo a polícia, a operação teve início após denúncias anônimas informarem que um apartamento estaria sendo utilizado para um intenso comércio de entorpecentes. A partir das informações, equipes da CORE e da DENARC passaram a atuar em conjunto para apurar o caso.

De acordo com o delegado Leonardo Alves, ao chegarem ao bloco indicado, os policiais avistaram o suspeito, que correu para dentro do apartamento localizado no terceiro pavimento. Ainda segundo a autoridade policial, o homem se trancou no imóvel e começou a lançar materiais ilícitos pela janela.

A polícia informou que foi necessário arrombar a porta do apartamento. O suspeito ainda teria tentado fugir e reagido à abordagem, sendo necessário o uso progressivo da força para contê-lo e algemá-lo.

Material apreendido

Durante as buscas, os agentes apreenderam uma pistola PT 638 calibre .380 com 14 munições, dois carregadores, duas balanças de precisão, uma porção média de cocaína, um tablete de skunk e um aparelho celular.

Ainda conforme a investigação, o tablete de skunk foi encontrado dentro da geladeira do imóvel, enquanto a arma, munições, balanças e a cocaína foram recolhidas no térreo do residencial após terem sido jogadas pela janela pelo suspeito.

O homem foi conduzido à delegacia e autuado em flagrante. A esposa dele, que presenciou toda a ocorrência, também foi encaminhada para a unidade policial.

A droga apreendida será encaminhada para incineração após autorização judicial, enquanto a arma e as munições passarão por perícia.

Segundo a Polícia Civil, caso seja condenado pelos crimes investigados, o suspeito poderá receber pena superior a 20 anos de reclusão.

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