Operação do Ministério Público ocorre na Câmara de Macapá e instituições reforçam transparência

Uma ação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, foi realizada na tarde desta quarta-feira, 6, nas dependências da Câmara Municipal de Macapá. A operação cumpriu mandado de busca e apreensão em setores administrativos da Casa Legislativa.
Durante a ação, agentes estiveram em diferentes áreas do prédio, realizando coleta de documentos e verificação de informações que devem subsidiar procedimentos investigativos. Até o momento, o nome oficial da operação e detalhes mais aprofundados não foram divulgados, em razão do caráter sigiloso das investigações.
Em nota, a Presidência da Câmara, exercida pela vereadora Margleide Alfaia, informou que recebeu a equipe com total colaboração, garantindo acesso às dependências e disponibilizando todos os documentos solicitados. A Casa destacou ainda que segue funcionando normalmente, sem prejuízo às atividades legislativas e aos serviços prestados à população.
A nota também menciona que a investigação teria como base denúncia apresentada pelo ex-prefeito Antônio Furlan, contexto que deverá ser esclarecido ao longo do andamento do processo.
Paralelamente, a Prefeitura de Macapá também se manifestou, informando que foi comunicada sobre o cumprimento da medida e reforçando que a atual gestão mantém postura de transparência, colaboração institucional e respeito às autoridades. O Executivo destacou ainda que o ato investigativo não possui relação com a administração municipal vigente.
Tanto a Câmara quanto a Prefeitura reafirmaram confiança nos órgãos de controle e no Poder Judiciário, colocando-se à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários.
O caso segue sob responsabilidade do Ministério Público, e novas informações devem ser divulgadas conforme o avanço das apurações.







