Economia

Banco da Amazônia cresce, amplia crédito e lucra R$ 1,1 bilhão em 2025

Mesmo em um cenário econômico mais apertado, o Banco da Amazônia fechou 2025 com crescimento relevante e avanço em novas frentes de atuação. A carteira de crédito subiu 20,4%, chegando a R$ 66,8 bilhões, puxada pelo aumento nas contratações.

As receitas cresceram 22,3%, com destaque para operações de crédito e tesouraria, indicando ganho de eficiência mesmo diante de custos mais altos.
Linhas voltadas ao desenvolvimento regional tiveram forte expansão. O crédito para agricultura familiar quase dobrou, somando cerca de R$ 2,7 bilhões. Já o microcrédito avançou 142%, ampliando o acesso de pequenos empreendedores. O FNO também bateu recorde, com alta de 31% nas contratações.

Na agenda ambiental, o banco reforçou presença em iniciativas de transição ecológica, participou da COP30 e ampliou parcerias internacionais, incluindo recursos da Agência Francesa de Desenvolvimento e do Banco Mundial.

Linhas voltadas ao desenvolvimento regional tiveram forte expansão

Ao mesmo tempo, acelerou a digitalização, diversificou produtos — como cartões, consórcios e adquirência — e ampliou a base para mais de 1,2 milhão de clientes.

O resultado foi um lucro líquido de R$ 1,1 bilhão no ano. Só no último trimestre, foram R$ 305,5 milhões, alta de 11,7% em relação ao mesmo período de 2024.

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